Entrega de Certificado da
Iniciativa Município da Criança – 1997/2000.
 
Esse projeto teve como base a experiência piloto, desenvolvida em 1996, e foi reeditado tendo como bases:
  • a Descentralização, devendo portanto, ser executado a partir dos COSEMS,
  • a Habilitação dos municípios passa a ocorrer no período da Gestão Municipal,
  • Comissão Nacional para revisão dos indicadores, acompanhamento e parecer final das solicitações.
  • A Comissão Nacional composta pela Pastoral da Criança; FEBRASGO; Secretaria de Assistência à Saúde / PSF; Secretaria de Políticas de Saúde / Saúde da Mulher / COMIN; Sociedade Brasileira de Pediatria; UDIME; pelo UNICEF e pelo CONASEMS procedeu à revisão nos indicadores / critérios para a habilitação, determinando a metodologia para inscrição e habilitação.

    O passo seguinte foi o envolvimento ativo dos COSEMS, no sentido de desencadear a formação das Comissões Estaduais para possibilitar o desenvolvimento do projeto a nível regional.

    Os COSEMS forão responsáveis desde a pré – seleção até a avaliação in loco para análise das solicitações feitas a partir da ficha de inscrição. Para tanto, foi formada uma Comissão Estadual de Avaliação que podia reproduzir a formação da Comissão Nacional, e/ou também agregar outros atores, representantes da sociedade civil a nível estadual. O COSEMS  indicou  um responsável local pelo desenvolvimento do projeto, membro nato da Comissão Executiva do projeto que formado por 2 ou 3 membros da Comissão Estadual.

    Cerimônia de entrega dos Certificados

    O título de Amigo da Criança será entregue dia 09 de agosto de 2000, às 10 horas, no auditório da OPAS, Setor de Embaixadas Norte, lote 19, em Brasília/DF. Dos 215 inscritos, os seguintes municípios alcançaram pontuação acima de 80 e receberão o certificado:
     
    Bahia Vitória da Conquista e Jequié
    Ceará Brejo Santo; Chorozinho; Crateus; Horizonte; Icapui; Pedra Branca; São Gonçalo do Amarante; Sobral
    Espírito Santo Vitória
    Mato Grosso Jaciara
    Minas Gerais Monte Carmelo, Nova Módica, Taparuba, Uberlândia
    Pará Tucumã
    Paraná Araucária, Campo Mourão, Cianorte, Cambé, Maringá, Paranavaí, Londrina, Entre Rios do Oeste, Umuarama, Foz do Iguaçu, Guarapuava, Goioerê, Ponta Grossa
    Pernambuco Passira
    Piauí Teresina
    Rio de Janeiro Macaé, Quissamà, Volta Redonda, Angra dos Reis, Resende, Barra Mansa, Carapebus, Niterói
    Rio Grande do Sul Sapucaia do Sul
    Rondônia Pimenta Bueno
    Tocantins Augustinópolis, Palmas, Gurupi
    São Paulo São José dos Campos, Pirajú, Santos, Marília, Diadema, Lourdes, Suzano, Cubatão, Santo André, São Bernardo do Campo, Cerquilho, Limeira, São José do Rio Preto.

    Histórico do Projeto

    INTRODUÇÃO:

    O presente documento tem como objetivo relatar a história e o desenvolvimento, pelo CONASEMS em parceria com o UNICEF, do PROJETO MUNICÍO AMIGO DA CRIANÇA/1996, e servir ainda, como subsídio para a reunião de apresentação do PROJETO MUNICÍO AMIGO DA CRIANÇA/1997 – 2000.

    ANTECEDENTES HISTÓRICOS:

    Objetivando promover a elaboração de políticas públicas adequadas dirigidas a criança como prioridade das administrações municipais, sensibilizando e estimulando as novas autoridades municipais sobre os serviços básicos de saúde e apoiar à informação e capacitação dos novos gestores municipais nas políticas e práticas dirigidas a saúde da criança, produzindo e difundindo informação sobre o Sistema Único de Saúde, o CONASEMS em parceria com o UNICEF desenvolveu em 1996 O PROJETO MUNICÍPIO AMIGO DA CRIANÇA.

    O início do desenvolvimento deu-se em janeiro de 1996 através da formação de uma Comissão Nacional constituída por representantes do Programa de Redução da Mortalidade Infantil/Ministério da Saúde, da área de saúde do IBAM, da Pastoral da Criança/CNBB, CONASS, CONASEMS, COSEMS e UNICEF, para acompanhamento e desenvolvimento do projeto, bem como para seleção dos inscritos.

    A Comissão definiu 09 indicadores que permitiram abrir uma competitividade real entre os municípios brasileiros, considerando as suas diferenças regionais, o que leva ao desenvolvimento de estratégias adequadas a cada realidade local.

    Os projetos inscritos foram analisados segundo os seguintes critérios: