O assunto é Aleitamento Materno.

O Aleitamento Materno foi tema de uma campanha no início de Agosto de 2013. Ouvimos que o leite materno é o melhor alimento para o bebê, e que ele protege de muitas doenças. Receber leite materno é um direito de toda a criança! E a experiência comprova: o aleitamento materno exclusivo por seis meses de vida, e depois até dois anos ou mais, em conjunto com outros alimentos, traz resultados fantásticos para a saúde da mãe e do bebê.

Mesmo com todos estes argumentos os dados mostram que apenas 4 em cada 10 crianças são amamentadas exclusivamente com leite materno nos seis primeiros meses de vida. Leia mais no endereço www.pastoraldacrianca.org.br

Como o Conselho de Saúde pode tratar deste assunto?

- Agendar o tema na próxima reunião do conselho, e convidar a área técnica da secretaria de saúde.

- Votar uma Resolução do Conselho de Saúde com diretrizes para as políticas de promoção do aleitamento no município.

- Apoiar a realização de campanha de esclarecimento sobre aleitamento materno.

Metade dos Municípios não controla saneamento

'Prefeitos não cuidam da causa das doenças' é o título da matéria publicada pelo jornal Estadão no começo de setembro de 2013. No assunto esgoto, o Brasil vive no século 19, segundo a avaliação de Édson Carlos, presidente do Instituto Trata Brasil, citado no texto do Jornal. Confira.

Mais da metade dos municípios brasileiros não controla os serviços de abastecimento de água tratada e saneamento básico oferecidos à população. A informação é da pesquisa "Saneamento Básico – Regulação 2013", lançada nesta segunda-feira (19) durante o 8º Congresso da Associação Brasileira das Agências de Regulação (Abar), que acontece em Fortaleza. Veja matéria publicada.

SUS deve oferecer o tratamento completo

Em recente debate do Conselho Nacional de Saúde sobre o direito à Saúde em maio de 2013, o Conselheiro Clóvis Boufleur, represente titular da CNBB, destacou o conceito de que vivenciar princípios éticos a partir dos direitos, que brotam do relacionamento entre as pessoas, é investir todas as forças para amar as pessoas com honestidade, sem hipocrisia, e reconhecer que o outro é o  limite de nossa felicidade.

Aproveitou a oportunidade da reunião CNS para propor uma resolução que pudesse enfrentar o desafio da negação do direito à resolutividade dos tratamentos no SUS. Salientou que é uma hipocrisia os usuários terem acesso aos serviços de consulta e diagnóstico, e depois a grande maioria não encontrar no SUS o tratamento completo para as suas doenças. Clóvis afirmou que é muito comum os usuários saírem das consultas com uma receita e a rede pública não dispor de parte dos medicamentos.

Ou a pessoa compra o medicamento que falta, ou simplesmente faz o tratamento somente com parte dos medicamentos que existem no SUS. Por isso, o Conselheiro Clóvis propôs uma resolução do CNS com o seguinte resolve: estabelecer o direito de todas as pessoas à assistência farmacêutica para o tratamento das doenças de modo resolutivo, com a oferta de todos os medicamentos prescritos no SUS, órteses e próteses, com vigilância do tratamento.O texto foi aprovado e a Resolução nº 468 é a primeira publicada pelo CNS em 2013.