O Dia Mundial de Oração e Ação pela Criança (20 de novembro) foi instituído durante o III Fórum da Rede Global de Religiões para a Infância (GNRC), realizado em Hiroshima, em maio de 2008. Anualmente são organizados em dezenas de países oportunidades para a proteção dos direitos e a promoção do bem-estar das crianças. O dia 20 de novembro é o Dia Internacional da Infância, e data em que foi proclamada a Convenção sobre os Direitos da Criança pela Organização das Nações Unidas (ONU).

No dia 21 de outubro de 2013 a Câmara Municipal de Curitiba aprovou o primeiro projeto de lei no país que institui o Dia de Oração e Ação pela Criança no município no dia 20 de novembro de cada ano.

Em 2013 o Dia de Oração e Ação pretende incluir celebração do dia 20 de novembro o resultado das ações das tradições religiosas voltadas para o enfrentamento das situações que afetam as crianças mais vulneráveis. Estas iniciativas das tradições religiosas vão utilizar como referência o cumprimento de direitos da criança como ser livre, estudar, brincar e conviver na sociedade, descritos Convenção dos Direitos da Criança proclamada em de 20 de Novembro de 1989.

Junto com as atividades recreativas e culturais para as crianças, o dia de Oração e Ação vai congregar as tradições religiosas para conhecer o que foi desenvolvido, aprender uns dos outros e definir estratégias ou uma agenda comum para trabalhar juntos.

Durante as reuniões de organização do dia de Oração e Ação ao longo do ano, as tradições religiosas foram convidadas a mapear e conhecer as entidades e projetos das tradições religiosas voltadas para o enfrentamento das questões que envolvem as crianças em situação de vulnerabilidade. No dia 20 de novembro os compromissos para atuação conjunta, ou em rede, serão formalmente assumidos diante das crianças. A base de referência para as ações são os princípios da Convenção dos Direitos da Criança. Conheça o Dicas 54 da Pastoral da Criança sobre o tema.  Os endereços dos eventos no Brasil estarão marcados no mapa do World Day of Prayer and Action 2013.

Em 2015 o Sistema Único completa 25 anos (LEI Nº 8.080, DE 19 DE SETEMBRO DE 1990). O lançamento das celebrações desta data acontece no dia 30 de outubro de 2013, em Brasília. O Conselho Nacional de Saúde dará início à Campanha Nacional em Defesa do SUS e Fortalecimento do Controle Social. O evento será marcado pela marcha em defesa do SUS na esplanada dos Ministérios. Dentre os itens de pauta desta marcha está a solicitação de resposta do Governo Federal em relação ao Projeto de Lei de Iniciativa Popular do movimento Saúde mais 10. O projeto foi entregue em setembro no Congresso Nacional com mais de 2,2 milhões de assinaturas para garantir 10% da receita corrente bruta da União seja destinada à Saúde Pública.

Participam desta marcha o Conselhos Estaduais e Municipais, e os conselheiros do Conselho Nacional de Saúde, entidades, movimentos, centrais sindicais e a população de Brasília. Participe. Saiba mais.

Nenhum hospital, maternidade ou casa de parto pode recusar um atendimento de parto que é considerado uma situação de urgência. Infelizmente no Brasil parte das gestantes peregrina até encontrar algum local que tenha vaga. Uma central de regulação do parto poderia organizar os leitos disponíveis na cidade ou na região, conforme a necessidade da gestante, com as providencias para deslocar e receber a gestante com rapidez. Existe uma lei federal que estabelece que o local de parto é responsabilidade do SUS e toda gestante tem direito de saber onde será realizado seu parto - lei 11.634, de 2007. Como informação para servir de subsídio para outros estados destacamos a lei 17.651. Desde agosto de 2013 ela está em vigor no Paraná e garante atenção à saúde no pré-natal, parto e pós-parto à gestante atendida pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e o direito de saber em qual maternidade terá o bebê. Quem tiver oportunidade pode informar deputados ou vereadores sobre o assunto e como isso promover leis estaduais que regularizam como será praticada a lei federal. A qualidade do pré natal e parto previne a mortalidade materna e infantil.