CONVOCAÇÃO AOS
CANDIDATOS
COMPROMISSO COM A HONESTIDADE NA POLÍTICA,
MELHOR DISTRIBUIÇÃO DE RENDA E
REDUÇÃO DAS DESIGUALDADES
Durante o
período eleitoral, pode acontecer que os
candidatos procurem as coordenações da Pastoral da
Criança para apresentar suas propostas de campanha
ou simplesmente para fazer uma visita. No entanto,
em vez de esperar pelos candidatos, a Pastoral da
Criança convoca-os. Esta estratégia é inspirada na
convocação de autoridades públicas lançada pela
Pastoral da Criança em 1999, na campanha nacional
de prevenção da violência, especialmente no
ambiente familiar.
As Coordenações
de Setor e de Ramo da Pastoral da Criança de todo o Brasil
organizam as oportunidades de encontro com os candidatos a Deputado
Estadual e Federal da região. Às Coordenações
Estaduais cabe a tarefa de contato com os candidatos ao Senado e ao
Governo do Estado e, à Coordenação Nacional, o
contato com os candidatos à Presidência da República.
No período
eleitoral de 2002 e 2004, a Pastoral da Criança
elaborou um documento com propostas nas áreas
sociais. Na eleição de 2006, vamos convocar os
candidatos para assumir o compromisso inegociável
com a honestidade da vida pública, com a melhoria
na distribuição de renda e a redução das
desigualdades, de forma a beneficiar especialmente
as mulheres e crianças, a partir da concepção.
A Conferência
Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, em suas
orientações para as Eleições de 2006, oferece
critérios e orientações para os eleitores e
candidatos. Ela incentiva a participação na
escolha dos representantes, com discernimento
feito a partir do método ver, julgar, agir,
avaliar e acompanhar. O texto dirigido aos
candidatos apresenta propostas para a construção
de políticas estruturantes, que assegurem o
desenvolvimento do país com inclusão e justiça
social. A CNBB é integrante do Movimento de
Combate à Corrupção Eleitoral, que se orienta pelo
lema “Voto não tem preço, tem conseqüências”.
Para acessar os documentos sobre a CNBB nas
eleições, visite o endereço
www.cnbb.org.br.
Unindo-se à CNBB nesta luta contra a corrupção e
por uma campanha eleitoral justa e democrática, a
Pastoral da Criança disponibiliza aos futuros
ocupantes de cargos no poder legislativo e
executivo, a oportunidade de se comprometer
publicamente com a honestidade, a distribuição de
renda e a redução das desigualdades.
Felizmente, votar hoje é mais entendido como o
poder de escolha de cada cidadão e cidadã, como
deve ser, do que como apenas uma obrigação – votar
por votar. Os eleitores estão mais esclarecidos e
querem votar em partidos e pessoas que se
preocupam com o povo, e não em candidatos ligados
à corrupção, que compram votos com dinheiro, cesta
básica, promessa de emprego e de favores, ou fazem
ameaças para receber o voto. Isso é proibido, de
acordo com a Lei nº 9.840, de 28 de setembro de
1999. O Jornal da Pastoral da Criança
disponibiliza orientações sobre esta lei contra a
corrupção nas eleições na edição 116, de junho, e
118, de agosto de 2006. A história tem comprovado
que não adianta vender ou anular o voto para
depois sofrer as conseqüências trazidas pela
eleição de políticos eleitos que não se esforçam
para que as pessoas vivam com dignidade e não
fazem da política a busca do bem comum.
É com esse espírito que apresentamos nossa
bandeira de luta contra a corrupção na política, a
favor da construção de uma sociedade mais justa e
fraterna, a serviço da vida, desde a concepção.
Queremos propor aos candidatos que discutam com a
Pastoral da Criança, as Igrejas e demais
organizações da sociedade civil o tema corrupção e
assinem o COMPROMISSO de não se
tornar corrupto no desempenho do mandato de
governo, seja no poder executivo ou legislativo.
Cópia do Termo de
Compromisso da Pastoral da Criança
Uso da imagem da
assinatura do Termo de Compromisso
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Mais informações na Coordenação Nacional:
www.pastoraldacrianca.org.br
Clovis Adalberto Boufleur, e Lilian Cátia de Jesus
Telefone: +55 (41) 2105-0229, 2105-0230 - Fax: +55 (41) 2105-0201, 2105-0299
E-mail:clovis@pastoraldacrianca.org.br, e
lilian@pastoraldacrianca.org.br
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