Mais de meio bilhão de crianças vive em áreas com alta incidência de inundações e 160 milhões vivem em zonas de secas severas, se tornando vulneráveis aos impactos das mudanças climáticas, afirmou relatório publicado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) em novembro, às vésperas da Conferência do Clima em Paris (COP21).

Das 530 milhões de crianças que vivem em áreas suscetíveis a inundações, 300 milhões vivem em países cuja maioria da população é pobre e se sustenta com menos  de 3,10 dólares por dia. Entre as que vivem em áreas em que períodos de seca são frequentes, 50 milhões das crianças estão em países onde mais da metade da população vive na pobreza, informou a agência da ONU.

De acordo com o documento A Não Ser que Ajamos agora: O impacto da mudança climática sobre as crianças, o aquecimento global vai gerar mais secas, inundações, ondas de calor e outros fenômenos, provocando mortes, além de facilitar a maior incidência de doenças como diarreia, malária e má nutrição.

A agência explica que um círculo vicioso pode ser criado a partir disso, levando em conta que as crianças mais pobres se tornam as mais vulneráveis. “As crianças de hoje são as menos responsáveis pela mudança no clima, mas elas, e suas crianças, serão as que mais viverão com as consequências. E, como acontece frequentemente, comunidades em desvantagem enfrentam a maior ameaça”, afirmou  diretor executivo do UNICEF, Anthony Lake. (Fonte: http://nacoesunidas.org)

Cerca de 3 mil  delegados e  mil convidados participaram da 15ª Conferência Nacional de Saúde, em Brasília, de 1º a 4 de dezembro de 2015. O evento teve como objetivo avaliar e propor novas diretrizes para a formulação da política de saúde no País. Centenas de pessoas do encontro eram relacionadas com as Pastorais Sociais da CNBB. No local, foi organizado uma tenda de encontro destas Pastorais, com um painel no formato de cronômetro para sinalizar o numero de atendimentos por segundo realizado pelo SUS. Acesse a matéria da Rede Vida de Televisão sobre o assunto.

Em Dezembro de 2013, mais de mil e seiscentas pessoas de todas as regiões do país se reuniram em Brasília para discutir o presente e futuro das políticas nacionais de saúde indígena. Foram cinco dias de debates, discursos, cerimônias, danças, feiras, manifestações. Os corredores desse evento revelam um mundo incerto, onde esperanças, dúvidas, projetos e resultados se confundem a todo momento. Assista o filme Estive em Brasília, lembrei de você.

 

 
 
 
 
 

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