Presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou nesta quinta-feira, dia 27 de outubro, durante entrevista coletiva à imprensa, a Nota da CNBB sobre a Proposta de Emenda Constitucional 241 (PEC 241), que estabelece um teto para os gastos públicos para os próximos vinte anos. O texto foi aprovado pelo Conselho Permanente da entidade, reunido, em Brasília, entre os dias 25 e 27 deste mês.

Um estudo apoiado pela FAPESP e coordenado por pesquisadores da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (Famerp) sugere que o tamanho da epidemia causada pelo vírus Zika no Brasil pode estar sendo subestimado nas estatísticas oficiais – e parte dos casos confundida com dengue. Acesse matéria sobre o assunto. As informações oficiais sobre a zika no Brasil podem ser acessadas no Ministério da Saúde (http://www.saude.gov.br), Fundação Oswaldo Cruz - Fiocruz ( http://portal.fiocruz.br) e Rede Nacional de Especialistas em Zika e Doenças Correlatas - Renezika (http://renezika.org/portal/)

Iinformações baseadas nestas evidências apontam para uma grande epidemia de Zika.  Há indícios de que a partir de dezembro de 2016 tenhamos no país aumento nos casos de microcefalia em recém nascidos e outras complicações da doença. Esta situação clama por iniciativas articuladas e contínuas do poder público e da sociedade, com urgência.

Na Semana Mundial da Alimentação, o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) lançou nesta segunda-feira (17/10) o “Movimento Comer Livre”, uma série de iniciativas para sensibilizar as pessoas para uma alimentação mais adequada e saudável. A campanha terá o auxílio de seis filmes, que abordarão os principais obstáculos citados no Guia Alimentar da População Brasileira como empecilhos para a alimentação saudável.

Em seis semanas, os filmes vão abordar aspectos como publicidade, custo, falta de tempo e de informação entre os pontos que dificultam os hábitos alimentares saudáveis. Nas redes sociais, os internautas serão desafiados a responder como superar essas barreiras e comer de forma livre. As melhores respostas serão divulgadas como dicas. O primeiro vídeo já está no ar e provoca os consumidores a responder: afinal, o que é comer livre para você?

A campanha pretende mostrar que, para comer de forma saudável e livre, é preciso priorizar o consumo de comida de verdade, como os alimentos in natura ou minimamente processados, além de refeições caseiras; outra dica importante é evitar os produtos alimentícios ultraprocessados, que são vendidos em caixinhas ou pacotes, já prontos para serem comidos, mas que apresentam excessos de sódio, gorduras, açúcar, bem como aromatizantes, conservantes e outros aditivos.

“O objetivo da campanha é empoderar o cidadão a fazer escolhas de forma autônoma e, sobretudo, encorajar a adoção de um padrão alimentar ‘livre’ da influência nociva das práticas enganosas de publicidade de alimentos ultraprocessados”, diz a nutricionista do Idec, Ana Paula Bortoletto, que faz parte do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea).

O movimento lançado pelo Idec está em sintonia com o tema da 5ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, realizada em novembro do ano passado, em Brasília, e que teve como lema “Comida de verdade, no campo e na cidade”.

Acesso para a campanha.
Acesso para o primeiro vídeo.
Acesso para o Guia Alimentar.


Fonte: Ascom/Consea, com informações do Idec

 
 
 
 
 

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