SAÚDE PÚBLICA DE QUALIDADE PARA CUIDAR BEM DAS PESSOAS

Existem diferenças marcantes na qualidade do atendimento dos usuários que utilizam o Sistema
Único de Saúde (SUS). Estas diferenças estão relacionadas com a maior ou menor intensidade do controle social (conselhos de saúde, conferências, audiências públicas); disponibilidade de financiamento (orçamento previsto e pago); oferta de estruturas (salas, equipamentos, mobiliário, transporte); atuação dos trabalhadores (profissionais de saúde, auxiliares, atendentes, motoristas); e gestão dos serviços (secretários de saúde, diretores e coordenadores).

Em 2015 serão realizadas as etapas da 15ª Conferência Nacional de Saúde – evento que acontece
a cada quatro anos, com o objetivo de discutir maneiras para melhorar o serviço de saúde
disponibilizado aos brasileiros. Dessa vez, o tema central é a qualidade da saúde pública para
cuidar bem das pessoas. Assista programa Sala de Convidados, do Canal Saúde, sobre a 15ª Conferência Nacional de Saúde

A mobilização da sociedade faz sentido se for útil para estabelecer compromissos e promover
mudanças. A luta por qualidade na saúde significa que o foco do SUS é o usuário. Por isso,
as entidades que prestam serviços de saúde, gestores e trabalhadores precisam ter como base
os direitos dos usuários, para organizar os serviços com competência técnica, salários justos,
investimentos adequados e pessoal motivado. Acesse Boletim Rebidia Nº 38 para saber mais.

Violência mata milhares de jovens

Segundo o Mapa da Violência 2014 (http://www.mapadaviolencia.org.br), no ano de 2012 o País contava com 52,2 milhões de jovens na faixa dos 15 aos 29 anos de idade. A mortalidade violenta que é a soma de homicídios, suicídios e acidentes atinge em cheio esta faixa etária. Nos acidentes de transporte o maior número de vítimas de jovens a acontece com motociclistas.

O Mapa da Violência descreve que há uma aumento recente no número nos homicídios a partir dos 13 anos de idade: as taxas pulam de 4,2 homicídios por 100 mil para 75,0 na idade de 21 anos. A partir desse ponto, tem um progressivo declínio. Nessa faixa jovem são taxas de homicídio que nem países em conflito armado conseguem alcançar. Por último, surpreende a elevação significativa dos índices de suicídio a partir dos 17 ou 18 anos de idade, com taxas bem acima da média nacional, em torno de 5 suicídios cada 100 mil habitantes. Encontre os dados de seu município nas tabelas disponíveis na pagina do Mapa da Violência. Entre os anos 1980 e 2012, morreram no país:

  • 1.202.245 pessoas vítimas de homicídio.
  • 1.041.335 vítimas de acidentes de transporte.
  • 216.211 suicidaram
  • As três causas somadas totalizam 2.459.791 vítimas

Ranking do Saneamento 2014

“Ranking do Saneamento 2014” do Instituto Trata Brasil faz um diagnóstico dos principais indicadores de saneamento básico (abastecimento de água; coleta e tratamento de esgotos; perdas; investimentos/arrecadação) dos 100 maiores municípios brasileiros. A base de dados consultada foi extraída do SNIS 2012 (Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento) do Ministério das Cidades.